147. Acaso não ardia o nosso coração?
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26.04.2020 | 1 minutos de leitura
Poesia

O caminho das palavras.
O caminho das brasas,
Sacudidas,
Como que à procura
De alguma chama
A reacender.
O caminho de descida,
De tomar distância.
Mas ele se fez proximidade.
A visita da palavra,
Ela mesma fogo.
E o nosso coração tornou-se
A sarça que ardia,
No entardecer.
O entardecer se incendiou.
O pedagogo das palavras,
Foi tecendo-as como se tecem
Passos;
Num dis-curso,
Em meio a nossa errância,
Fez um percurso;
Rasgou nossas trevas,
Rasgou nossas tristezas,
E rasgou nossa morte;
Acaso não ardia nosso coração?
No meio da noite, rasgou o pão;
E com ele, nossa cegueira.
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