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29.04.2026 | 1 minutos de leitura
Poesia

O que parte – caixa vazia.
O que fica – véus estendidos.
Anos depois de raros sinais,
nova lua se dá a ver;
ultrapassa barreiras, aparta,
joga luz sobre o monturo.
A caixa, seu estreito,
levada por pássaros alados
desfaz-se do dispensável.
Sobrevoa o êxodo das árvores.
A escrita enovelada à caixa
apresenta às paredes do olhar
o que os pássaros deixaram cair.
Sou apenas um momento
dos dez anos de espera
no curso da vastidão.
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