475. Dez mandamentos
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17.11.2025 | 1 minutos de leitura
Poesia

Juntar os cacos
E colá-los
Com água de cachoeira.
Subir os picos
Como quem escala o coração.
Entrar na vegetação,
Embrenhar-se na mata e
Deixar-se reflorestar.
Ver as flores perfumadas
E deixar-se
Recolorir.
Lavar o corpo na água fria,
Como quem exorciza
Aqueles demônios imundos.
Abrigar-se sob as estrelas
E sentir-se parte do céu.
Pisar a terra fofa, sem calçados,
Como quem comunga com o
Chão que pisa.
Amar despropositadamente
A beleza gratuita que se esconde em
Tudo.
Agradecer, sem razão, o sol
Que surge atrás do horizonte
E banha a vida de uma candura amarelinha.
Estar tão inteiramente presente,
Que o tempo pareça ter mergulhado
Em algum riacho sem volta...
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