474. Contradições
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05.11.2025 | 1 minutos de leitura
Poesia

Pergunto pelas contradições
expostas ao sol da manhã.
Persistem ainda, nesses últimos dias,
transformadas em poesia.
Quando anoto, é para não esquecer.
Quando escrevo, é para dizer de outro jeito.
Quando eu morrer, escrevam:
à beira desse dia, hoje, em paz.
Ponham a data.
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