363. quaresma XVIII
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05.03.2024 | 1 minutos de leitura
Poesia

suportar a angústia de criar,
como quem organiza mundos
dentro do mundo.
meus fantasmas são fumo,
como fumo dissiparam…
comprei tecidos novos
para novas fantasias.
o que caiu, eu não recolho.
apenas levanto,
até que o buraco seja a cova.
sou eu, fora do poço?
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