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334. Dos dilacerados

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31.01.2024 | 1 minutos de leitura
Pe. Eduardo César Rodrigues Calil
Poesia
334. Dos dilacerados
Pensava que o poema
Era uma qualidade
Dos dilacerados...
Mas há dilaceramentos
Sem poesia.
Pedaços
Que as lágrimas não
Colam...
Que os disfarces não
Escondem...
Que as distrações não
Enganam...
Que os abraços não
Curam...
Que a música
Cala
E a fala silencia...
Que grito para
Estancar a sangria?
Que socorro, ou sutura,
Pra fechar as feridas?
A vida nos ama
Despedaçando-nos.