262. Anjo
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29.09.2022 | 1 minutos de leitura
Poesia

Os archotes apagados,
Os guardas dormindo,
A prisão com as portas
Abertas,
O anjo me conduzindo:
Prende os grilhões aos pés,
Aferrolha as mãos,
Põe a forquilha,
Fecha as grades,
Acorda os guardas,
E vai-se embora.
O destino dos renegados,
O destino dos abandonados,
A prisão perpétua,
A espera da punição final.
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