248. Poliamor
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09.06.2022 | 1 minutos de leitura
Poesia

Tenho dormido ao lado de Adélia.
Ela me olha sorridente,
Seu poema é sarça ardente,
De que brota um tetragrama
Sempre indecifrável.
Enquanto isso, Clarice me ama,
seu olho me olha sedento
E eu lhe digo: vou ter tempo.
Mas fica sempre pra depois.
Ela me promete amizade sincera,
Uma felicidade clandestina,
Enquanto busco desculpar Deus
Por ter-me feito de carne e osso.
Se cuido de poemas ou matemas,
Estou sendo o interstício
Dessas duas mulheres,
Enquanto o sexo balança murcho
Escondido atrás de batinas.
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