217. Guerra
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14.09.2021 | 1 minutos de leitura
Poesia

Depois da noite da guerra
Deflagrada
Na palavra,
Na loucura dos extremos,
Vieram as palavras-guerra.
Bombardearam
A porta
Do nosso jardim secreto.
E a palavra-fantasma
Que replicamos
No lago escuro,
O que trazemos na mão,
Cortou nossas carnes,
Carregando-nos para
Dentro do caos.
Depois da noite,
A noite de novo.
Sem dia, sem sol,
O jardim despedaçado.
Trazemos agora, mais perto,
O lago escuro
E queremos atravessá-lo...
Puxar de lá de dentro
O amor
Que se afogou.
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