161. À frente
Ler do Início
18.06.2020 | 1 minutos de leitura
Poesia

Uma planta que murchou,
Um broto que ressecou e
Caiu.
Uma flor que jamais abriu.
Um projétil descrevendo uma
Parábola:
A do filho que foi embora
E não soube voltar.
Os sonhos que esvaziaram.
A lavagem dos porcos:
Sempre a lavagem dos porcos,
Banquete preparado ao indigente.
E indigente,
Não há pai para onde voltar.
Não há mãe para onde voltar.
Não há atrás, só à frente.
Tudo se desfez,
Nada se refez,
Nada se remontou.
Tudo é o nada, enfim.
E o abismo é o à frente.
Ele convida.
E, agora, eu vou.
Agora eu vou.
-
Não vos deixareis órfãos (Jo 14, 15-21)18.05.2026 | 4 minutos de leitura
-
Outro modo de presença15.05.2026 | 4 minutos de leitura
-
Caminho, verdade e vida06.05.2026 | 5 minutos de leitura
-
A era da opinião e o terço da madrugada04.05.2026 | 12 minutos de leitura
-
Para fora (Jo 10, 1-10)27.04.2026 | 4 minutos de leitura
-
Como as águas de um rio03.04.2026 | 5 minutos de leitura
-
Filho do Deus Vivo27.03.2026 | 5 minutos de leitura
-
Deixai-o ir!23.03.2026 | 7 minutos de leitura
-
inscrição16.03.2026 | 1 minutos de leitura
-
487. Vaso12.03.2026 | 1 minutos de leitura
Abraço infinito13.05.2026 | 1 minutos de leitura
Ecos30.04.2026 | 1 minutos de leitura
Restos29.04.2026 | 1 minutos de leitura
O homem do sótão22.04.2026 | 1 minutos de leitura
Redenção20.04.2026 | 2 minutos de leitura
Poesia16.04.2026 | 1 minutos de leitura
Um dia de paz15.04.2026 | 1 minutos de leitura
Recomeços01.04.2026 | 1 minutos de leitura
Velha fazenda25.03.2026 | 1 minutos de leitura
inscrição16.03.2026 | 1 minutos de leitura

