161. À frente
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18.06.2020 | 1 minutos de leitura
Poesia

Uma planta que murchou,
Um broto que ressecou e
Caiu.
Uma flor que jamais abriu.
Um projétil descrevendo uma
Parábola:
A do filho que foi embora
E não soube voltar.
Os sonhos que esvaziaram.
A lavagem dos porcos:
Sempre a lavagem dos porcos,
Banquete preparado ao indigente.
E indigente,
Não há pai para onde voltar.
Não há mãe para onde voltar.
Não há atrás, só à frente.
Tudo se desfez,
Nada se refez,
Nada se remontou.
Tudo é o nada, enfim.
E o abismo é o à frente.
Ele convida.
E, agora, eu vou.
Agora eu vou.
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