437. onda
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05.12.2024 | 1 minutos de leitura
Poesia

toda onda recua,
vasta, linda, linha:
horizonte e mar.
em camadas, avança
subindo, quebrando,
forte,
e sem que se reconforte
à beira da praia,
volta a recuar.
o poeta podia ser onda:
recua e morre no horizonte,
tomado, náufrago,
mergulhado em palavra,
tocando do oceano a fonte;
depois quebrando(-se)
nos versos espumados,
dissolvendo-se nas bordas,
com letras cheias, ou acalmadas.
o poeta poderia ser onda,
mas é o vento.
e, desde aí, já não se sabe
a que serve,
se ao mar, à onda,
ou à praia.
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