411. Luz bendita
Ler do Início
21.08.2024 | 1 minutos de leitura
Poesia
Quem poderá saciar
Esta sede infinita?
Só vós luz bendita,
Só vós.
Quem poderá alumiar
O íntimo de nós?
Derramar no mais frio
Escuro
O brio... o brio.
E a taça sobre o altar
Do peito
Aguarda ser preenchida.
Viestes, pois, com a talha...
Derramastes na taça a água cálida.
E a boca ferida se acalma...
Mas a taça continua vazia.
Qual é a falha?
É que, por onde passais, deixais
Aberturas.
Espaços.
No amor,
Cheio e vazio são
Irmãos.
-
Amanhã, então, lembre-se: ele não.03.10.2026 | 2 minutos de leitura
-
Ficar de mal23.09.2026 | 1 minutos de leitura
-
Da dívida à dádiva, ou: reflexões quase-psicanalíticas sobre Mt 20, 1-16a21.09.2026 | 9 minutos de leitura
-
Na noite09.09.2026 | 1 minutos de leitura
-
Pontos-cegos08.09.2026 | 14 minutos de leitura
-
Melodia26.08.2026 | 1 minutos de leitura
-
Homilia de Corpus Christi08.06.2026 | 7 minutos de leitura
-
odres02.06.2026 | 2 minutos de leitura
-
sede01.06.2026 | 1 minutos de leitura
-
Espírito da vida22.05.2026 | 4 minutos de leitura
Alvo mirim14.10.2026 | 1 minutos de leitura
Frei Betto: Carta aos indecisos28.09.2026 | 2 minutos de leitura
Ficar de mal23.09.2026 | 1 minutos de leitura
Na noite09.09.2026 | 1 minutos de leitura
Mutação02.09.2026 | 1 minutos de leitura
Melodia26.08.2026 | 1 minutos de leitura
Casinha onde nasci19.08.2026 | 1 minutos de leitura
Não soltes minha mão11.08.2026 | 1 minutos de leitura
Relógio gigante01.07.2026 | 1 minutos de leitura
Composição24.06.2026 | 1 minutos de leitura

