411. Luz bendita
Ler do Início
21.08.2024 | 1 minutos de leitura
Poesia
Quem poderá saciar
Esta sede infinita?
Só vós luz bendita,
Só vós.
Quem poderá alumiar
O íntimo de nós?
Derramar no mais frio
Escuro
O brio... o brio.
E a taça sobre o altar
Do peito
Aguarda ser preenchida.
Viestes, pois, com a talha...
Derramastes na taça a água cálida.
E a boca ferida se acalma...
Mas a taça continua vazia.
Qual é a falha?
É que, por onde passais, deixais
Aberturas.
Espaços.
No amor,
Cheio e vazio são
Irmãos.
-
Melodia26.08.2026 | 1 minutos de leitura
-
Homilia de Corpus Christi08.06.2026 | 7 minutos de leitura
-
odres02.06.2026 | 2 minutos de leitura
-
sede01.06.2026 | 1 minutos de leitura
-
Espírito da vida22.05.2026 | 4 minutos de leitura
-
Não vos deixareis órfãos (Jo 14, 15-21)18.05.2026 | 4 minutos de leitura
-
Outro modo de presença15.05.2026 | 4 minutos de leitura
-
Caminho, verdade e vida06.05.2026 | 5 minutos de leitura
-
A era da opinião e o terço da madrugada04.05.2026 | 12 minutos de leitura
-
Para fora (Jo 10, 1-10)27.04.2026 | 4 minutos de leitura
Melodia26.08.2026 | 1 minutos de leitura
Casinha onde nasci19.08.2026 | 1 minutos de leitura
Não soltes minha mão11.08.2026 | 1 minutos de leitura
Relógio gigante01.07.2026 | 1 minutos de leitura
Composição24.06.2026 | 1 minutos de leitura
odres02.06.2026 | 2 minutos de leitura
sede01.06.2026 | 1 minutos de leitura
Abraço infinito13.05.2026 | 1 minutos de leitura
Ecos30.04.2026 | 1 minutos de leitura
Restos29.04.2026 | 1 minutos de leitura

