Não soltes minha mão
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11.08.2026 | 1 minutos de leitura

Poesia

Vem, descansa, amigo meu, em minha cruz
Minhas chagas cicatrizam tua dor
Vem, restauro o teu coração
Só te peço: não soltes minha mão.
Eu te dou minha paz, meu amor
Se o sol se esconder e se pôr
Me convide a ficar e a cear
Quero estar em teu lar, ser teu pão.
E da cruz eis a ressurreição
Tu me amas? Me amas? Ou não?
Do madeiro sem vida e sem flor
Fiz crescer e transbordar o amor.
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