280. Por que me castigas
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15.02.2023 | 1 minutos de leitura
Poesia

Por que me castigas, amor, com tuas mil espadas e torturas?
Por que me flagelas com teus cravos e espinhos?
Por que escapas fugidio entre meus dedos e suspiros?
Por que me negas tua presença, enquanto a busco, faminto?
Por que não calas meus porquês?
Fala, amor, algo, ao menos...
Fala-me teus nãos, já que teus sins não vêm.
Olha-me e já me sentirei primavera...
Ou vá, para sempre...
Não me encantes com teus singelos e indescritíveis vestígios,
Para depois lançar-me na busca irrisória de teus resquícios.
Vá para sempre e deixe-me aqui,
Emudecido,
Chorando,
Tua ausência definitiva.
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