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25.10.2022 | 1 minutos de leitura
Poesia

Quando voltardes,
Se um dia voltardes,
Já não estarei mais aqui.
Nunca se volta,
porque o que está perdido,
Irremediavelmente se perdeu.
Nunca se volta,
A lugar nenhum,
E a memória é apenas engodo.
É buscar o que não está lá.
O que não cessa de estar
Transmutado, no ato de olhar.
Quando voltardes,
Se voltardes,
Preparai-vos para a surpresa!
Abandonai vossos votos,
Vossas verdades e seguranças:
São outras as águas!
O rio que hoje corre nas margens
De vossos olhos,
Já se despediu amanhã.
Outras artes, navegantes,
Serão precisas,
Apesar do cansaço.
Se voltardes,
Quando voltardes,
Será preciso, sempre, relançar o amor.
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