230. Concreto
Ler do Início
12.01.2022 | 1 minutos de leitura
Poesia

Meu poema concreto
é um pelo branco
despontando
no meio da barba.
São as rugas que faço
ao sorrir.
Os dentes amarelos
de café.
Meu poema concreto
são alguns gramas
ajuntados aqui e acolá
e que quero perder.
O tempo não derrete
como os relógios de Dalí.
Envelheci
e não me tornei melhor
ou mais sublime,
mas me perdi.
E em terras de gente
muito encontrada,
foi o melhor que consegui.
-
Como as águas de um rio03.04.2026 | 5 minutos de leitura
-
Filho do Deus Vivo27.03.2026 | 5 minutos de leitura
-
Deixai-o ir!23.03.2026 | 7 minutos de leitura
-
inscrição16.03.2026 | 1 minutos de leitura
-
487. Vaso12.03.2026 | 1 minutos de leitura
-
Dia internacional da mulher06.03.2026 | 3 minutos de leitura
-
03. A luz do Transfigurado27.02.2026 | 5 minutos de leitura
-
Um homem provado20.02.2026 | 7 minutos de leitura
-
Uma Quaresma honesta18.02.2026 | 5 minutos de leitura
-
232. Da exterioridade à interioridade da fé13.02.2026 | 4 minutos de leitura
Recomeços01.04.2026 | 1 minutos de leitura
Velha fazenda25.03.2026 | 1 minutos de leitura
inscrição16.03.2026 | 1 minutos de leitura
Juízo final13.03.2026 | 1 minutos de leitura
487. Vaso12.03.2026 | 1 minutos de leitura
486. mais que um sinal29.01.2026 | 1 minutos de leitura
485. A minha alma engrandece o Senhor14.01.2026 | 1 minutos de leitura
484. Com que autoridade?07.01.2026 | 1 minutos de leitura
483. o passo31.12.2025 | 1 minutos de leitura
482. Poesia de Natal25.12.2025 | 1 minutos de leitura

