229. Meia-noite
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05.01.2022 | 1 minutos de leitura
Poesia

À meia noite,
sem remetente,
sem conteúdo,
a carta para ninguém,
em minhas mãos.
É uma promessa,
o fim do renitente,
o novo que saúdo,
e que faço ser de alguém,
epifania entre vãos.
À meia noite,
a carta para ninguém;
o estalido do açoite
da repetição
e um não que escrevo.
Um não que abre o mistério.
O que virá
É estrangeiro, desconhecido,
Alvissareiro.
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