229. Meia-noite
Ler do Início
05.01.2022 | 1 minutos de leitura
Poesia

À meia noite,
sem remetente,
sem conteúdo,
a carta para ninguém,
em minhas mãos.
É uma promessa,
o fim do renitente,
o novo que saúdo,
e que faço ser de alguém,
epifania entre vãos.
À meia noite,
a carta para ninguém;
o estalido do açoite
da repetição
e um não que escrevo.
Um não que abre o mistério.
O que virá
É estrangeiro, desconhecido,
Alvissareiro.
-
Como as águas de um rio03.04.2026 | 5 minutos de leitura
-
Filho do Deus Vivo27.03.2026 | 5 minutos de leitura
-
Deixai-o ir!23.03.2026 | 7 minutos de leitura
-
inscrição16.03.2026 | 1 minutos de leitura
-
487. Vaso12.03.2026 | 1 minutos de leitura
-
Dia internacional da mulher06.03.2026 | 3 minutos de leitura
-
03. A luz do Transfigurado27.02.2026 | 5 minutos de leitura
-
Um homem provado20.02.2026 | 7 minutos de leitura
-
Uma Quaresma honesta18.02.2026 | 5 minutos de leitura
-
232. Da exterioridade à interioridade da fé13.02.2026 | 4 minutos de leitura
Recomeços01.04.2026 | 1 minutos de leitura
Velha fazenda25.03.2026 | 1 minutos de leitura
inscrição16.03.2026 | 1 minutos de leitura
Juízo final13.03.2026 | 1 minutos de leitura
487. Vaso12.03.2026 | 1 minutos de leitura
486. mais que um sinal29.01.2026 | 1 minutos de leitura
485. A minha alma engrandece o Senhor14.01.2026 | 1 minutos de leitura
484. Com que autoridade?07.01.2026 | 1 minutos de leitura
483. o passo31.12.2025 | 1 minutos de leitura
482. Poesia de Natal25.12.2025 | 1 minutos de leitura

