16. Mandato doloroso
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22.05.2017 | 1 minutos de leitura
Poesia

Ouvi o mandato doloroso e às pressas tomei meu amado
E parti.
Minhas fibras resistiam
E meu coração relutava
O suor de meu corpo estranhava
Mesmo a mim.
Subi o monte da aflição
Tendo o amado preso à mão
Enquanto o punhal já estava cravado
Definitivamente em minha alma.
Chorando deitei-o.
Amando-o beijei-o
E não quis sacrificá-lo.
Se a fé falhava?
Se o anjo não vinha?
A mão levantada cravou sim a adaga,
Mas meu próprio peito.
E amando até o fim
Entreguei-me.
Porque meu amor era maior que minha fé?
Ou porque a fé desistia?
Por obsessão explícita?
Por egoísmo definitivo?
Não tive tempo de responder...
Achava que dando a vida poderia mantê-la.
Pois, por certo, se sacrificasse o amado,
Já teria morrido.
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