124. De barro e ouro
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29.08.2019 | 1 minutos de leitura
Poesia

Me formaste.
Vendo o tesouro,
A pérola enterrada,
Tua alegria foi completa:
Sou terreno do divino.
Na anticultura do garimpo,
Amaste o ouro e a lama.
E como quem chama,
Ao pé do ouvido,
Passo a passo,
Vens trazendo à tona,
A riqueza escondida.
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