115. Míriam
Ler do Início
24.04.2019 | 1 minutos de leitura
Poesia

Que força me movia?
Digam-me o que havia...
Que aflição na noite parada e calma!
Será o desejo do que falta à alma?
E a noite ia cedendo ao dia,
Mas o pranto não cedia...
Nem raiava qualquer alegria,
Nas primeiras horas da manhã fria.
E se as trevas iam recuando
E mesmo a pedra ia rolando,
Das violências já idas, o olhar atordoado:
Até o corpo fora profanado?
O amor correu depressa, pés velozes.
A culpa ficou atrás, lembranças algozes.
Entraram a culpa e o amor na rocha vazia,
Mas só quem amava compreendia...
Escutei, então, a voz... meu nome.
Quis abraçá-lo, amá-lo, como quem passa fome.
O túmulo vazio, meu peito aberto.
Outra vez, cheio de vida, o coração liberto.
-
Na noite09.09.2026 | 1 minutos de leitura
-
Pontos-cegos08.09.2026 | 14 minutos de leitura
-
Melodia26.08.2026 | 1 minutos de leitura
-
Homilia de Corpus Christi08.06.2026 | 7 minutos de leitura
-
odres02.06.2026 | 2 minutos de leitura
-
sede01.06.2026 | 1 minutos de leitura
-
Espírito da vida22.05.2026 | 4 minutos de leitura
-
Não vos deixareis órfãos (Jo 14, 15-21)18.05.2026 | 4 minutos de leitura
-
Outro modo de presença15.05.2026 | 4 minutos de leitura
-
Caminho, verdade e vida06.05.2026 | 5 minutos de leitura
Na noite09.09.2026 | 1 minutos de leitura
Mutação02.09.2026 | 1 minutos de leitura
Melodia26.08.2026 | 1 minutos de leitura
Casinha onde nasci19.08.2026 | 1 minutos de leitura
Não soltes minha mão11.08.2026 | 1 minutos de leitura
Relógio gigante01.07.2026 | 1 minutos de leitura
Composição24.06.2026 | 1 minutos de leitura
odres02.06.2026 | 2 minutos de leitura
sede01.06.2026 | 1 minutos de leitura
Abraço infinito13.05.2026 | 1 minutos de leitura

