104. Morte noturna
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19.03.2016 | 1 minutos de leitura
Para Rezar

Senhor,
vem de mansinho dentro da noite...
com passos suaves e leves,
qual brisa que não perturba,
chega pertinho...
E, enquanto durmo,
com toque preciso e delicado,
vai fazendo vibrar as cordas de minha vida.
Vai afinando com carinho
o coração, a palavra, a fé...
Todo entregue ao sono,
à morte noturna,
não te ofereço resistências...
Aproveita minha letargia e cansaço.
Aproveito-me de tua timidez, pois, de minha parte,
não te surpreenderei com olhos ávidos e acordados.
Poderás trabalhar sem meus incômodos...
Só te peço: não me acordes...
Dá-me antes e somente,
a graça de me levantar na manhã dos redivivos
–os que abrirem os olhos após mais uma noite –
um novo homem.
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