346. Cinzas
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14.02.2024 | 1 minutos de leitura
Poesia

oferecer-vos-ei uma quaresma de poemas,
floridos como a quaresmeira que me sorria,
toda manhã.
não porei cinzas sobre as vossas cabeças
nem os louros de uma fraca euforia.
mas apenas as palavras sóbrias
de uma pobre poesia que tem fome.
fome de justiça, às vezes.
fome de excessos, outras tantas,
mas sempre de amor.
um amor que tem dentes.
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