201. Cachoeira
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05.05.2021 | 1 minutos de leitura
Poesia

Estamos entardecidos.
Com mais memórias
Que futuro.
Com mais passado
Que abertura.
É por entre fendas
Que poderemos
Continuar.
Seremos espremidos.
Mas nosso coração
Pulsante,
Largo como um rio,
Ainda pode escoar
Entre frestas.
Só o amor pode
Abrir o amanhã
Na pedra.
Derramar-se cachoeira,
Depois de represamentos.
A memória reinventada
jorra presenças,
Como água viva da
Fonte.
Uma queda d’água
É sempre uma
Promessa.
Com mais memórias
Que futuro.
Com mais passado
Que abertura.
É por entre fendas
Que poderemos
Continuar.
Seremos espremidos.
Mas nosso coração
Pulsante,
Largo como um rio,
Ainda pode escoar
Entre frestas.
Só o amor pode
Abrir o amanhã
Na pedra.
Derramar-se cachoeira,
Depois de represamentos.
A memória reinventada
jorra presenças,
Como água viva da
Fonte.
Uma queda d’água
É sempre uma
Promessa.
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