200. Ruínas imensas
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30.04.2021 | 1 minutos de leitura
Poesia

Tenho no coração
ruínas imensas,
vertiginosas,
agudas,
perdidosas.
Algumas tão disformes,
que já nem recordo
de qual sonho se quebraram.
Já quis demoli-las,
os restos,
com as mãos.
Mas declinei. Afinal,
não sei sob qual delas
será preciso me abrigar,
de desamparo,
quando voltar a tempestade.
ruínas imensas,
vertiginosas,
agudas,
perdidosas.
Algumas tão disformes,
que já nem recordo
de qual sonho se quebraram.
Já quis demoli-las,
os restos,
com as mãos.
Mas declinei. Afinal,
não sei sob qual delas
será preciso me abrigar,
de desamparo,
quando voltar a tempestade.
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