223. Deus conosco
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26.10.2021 | 1 minutos de leitura

Poesia

De repente, a mão que acolhia se fechou
A sombra que abrigava se apagou
Os pés que serviam se paralisaram
O sorriso, que antes alegrava, se desconfigurou
E o pranto, doído, pungente e teimoso invadiu a alma e o tempo...
E Deus, que não abre mão dos seus,
Se sentou no chão, ao sol, no meio de seu povo!
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