209. Uma febre terçã
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27.07.2021 | 1 minutos de leitura
Poesia

Quero uma noite inteira
A maior de todas as noites
Nesse hemisfério sul
Suado a gotas de tanta
Exploração e abandono.
Desacreditei completamente
Em adultos normais
Que usam sapatos
E cinto para suster suas calças
Quero uma noite inteira
Embriagado com nostalgias
Apavorado com futuros
Quero essa noite
Só para saber que amanhecerá
E dias iluminados sempre
Poderão surgir.
Oh Deus
Dê-me essa noite.
E me deixe dormir
Sem entorpecentes
Um sono que me transportará
Para dentro da brancura
Do dia.
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