6. Minha dona
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13.03.2017 | 1 minutos de leitura
Poesia

Como se fosse minha dona,
Ela se foi.
Fez-se silêncio
E deixou barulho em seu lugar.
- Quem dera não fosse a poesia! –
Engolidora de fogo,
voltou-se para mim
E devorou-me.
Depois, cuspiu versos incandescentes
E partiu
Deixando meu peito em chamas.
Em seguida, aclamações frenéticas
Se equilibravam
num fio de navalha cortante,
como cortantes são as almas
devoradas pela poesia.
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