457. Saudade
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16.07.2025 | 1 minutos de leitura

Poesia

Ah, saudade,
Que queimas o peito,
Sangras a alma,
E ninguém vê...
Na superfície tudo é calmaria
E na varanda as flores são mais belas,
Casca sorridente que guarda em si
Dores e cicatrizes cauterizadas com o tempo,
Ah, saudade,
Sua abstrata,
Invisível, intocável e impiedosa!
Quisera eu sufocar-te e
Colocar um ponto final na tua trajetória.
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