425. Iluminação
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09.10.2024 | 1 minutos de leitura
Poesia

O coro dos peregrinos,
na cava da santa negra,
transporta visões e esperas.
O dia começa com o canto
entoado pelas vozes
numa cena primitiva.
Embalada pelo azul nublado,
de inocentes envolvidos,
desfaz-se do caminho lateral:
vai pelo centro do canteiro.
Quando a manhã recolhe estrelas,
o céu perde seu gosto,
o espaço põe à disposição do olhar
jato de frescura.
Ela molha os pés na corrente.
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