302. Final feliz
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19.07.2023 | 1 minutos de leitura

Poesia

Doce é a morte
e felizes todos que dela bebem
pois mergulham no doce abismo da paz
e desfrutam da leveza de espírito e
da suavidade do tempo...
Doce é a morte
que desfaz o tempo
que cala a voz com suave dor
que purifica a alma com um fogo ardente
queima suavemente e faz renascer...
Doce é a morte
tênue, traiçoeira
E o seu mistério não sei desvendar
Se eu encontro ela e ela me alcança
Seu sutil silêncio me envolverá.
e felizes todos que dela bebem
pois mergulham no doce abismo da paz
e desfrutam da leveza de espírito e
da suavidade do tempo...
Doce é a morte
que desfaz o tempo
que cala a voz com suave dor
que purifica a alma com um fogo ardente
queima suavemente e faz renascer...
Doce é a morte
tênue, traiçoeira
E o seu mistério não sei desvendar
Se eu encontro ela e ela me alcança
Seu sutil silêncio me envolverá.
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