19. A fórmula da oração do Pai Nosso utilizada pelos evangélicos é diferente da fórmula católica?
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29.01.2025 | 2 minutos de leitura
Curiosidades

Bom, a oração é a mesma. Ambas são baseadas nos Evangelhos de Mateus e Lucas. Mas há algumas diferenças nas fórmulas.
A primeira delas é que os evangélicos usam a segunda pessoa do singular “tu”, eles recitam “Pai Nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome, venha o teu reino, seja feita a tua vontade”. Já os católicos seguem a tradução de São Jerônimo para o latim, que utiliza a segunda pessoa do plural “vós”. Assim na liturgia católica se diz: “Pai Nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade”. Ou seja, há um pequeno detalhe de pronome de tratamento: para os evangélicos “tu”, para os católicos “vós”.
Outra diferença está no final. Os evangélicos recitam: “pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre”. Essa doxologia (louvor) conclusiva vem de um manuscrito do Evangelho de Mateus, que foi adotada pelos evangélicos. Mas ela não se encontra nos manuscritos mais antigos e confiáveis do Evangelho conforme Mateus. A maioria dos estudiosos acredita que esta doxologia originalmente não fazia parte da Oração do Pai Nosso, mas é uma adição posterior que lhe foi incorporada após o século IV d.C. De fato, esse acréscimo é um resumo do início da oração de Davi ao passar o reino para seu filho Salomão em 1Cr 29,11.
Em resumo, há diferenças entre as versões de Mateus e de Lucas e entre as formas católica e evangélica de recitação, particularmente no uso do “tu” versus do “vós”, e na inclusão ou omissão da doxologia final. Mas o importante não é a fórmula, é rezar e rezar como Jesus nos ensinou.
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