170. Vinde!
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10.07.2020 | 1 minutos de leitura
Poesia

Vinde, se lhes toca a pele o afeto e o afago.
Vinde, se lhes sobram olhos
Para ver o invisível
que descansa na turbulência.
Vinde, se nos ouvidos tendes afinada
A sensibilidade de escutar
O desafino de tantos desatinos.
Se vossos pés sabem pisar sem esmagar.
Se vossas mãos seguram, mas não retém.
Vinde, se vossa vida não se esconde
Nas sombras, mas celebra a luz.
Vinde e descansai.
Em espumas e perfumes de rara beleza
E celebrai, com pão, vinho e amigos.
Pois nem Salomão se vestiu com a
Simplicidade dos lírios dos campos.
Vinde!
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