171. Moinhos de vento
Ler do Início
14.07.2020 | 1 minutos de leitura
Poesia

Feito Sancho Panza
Contento-me em mirar Dom Quixote.
Não sou capaz de imaginar
Moinhos como guerreiros
Mas sou capaz de não abandonar
Amigos que o fizerem.
Quero ser lembrado como soldado.
Espantam-me insígnias e nobreza.
Contento-me em ter meu chapéu e óculos
Em cabeças outras
Se tê-los comigo sobrecarrega o pouco
Peso com o qual quero atravessar o mundo.
Honra-me ser bem pouco.
Fadiga-me essa imposição de ser muito.
Alegrias pequenas é o que quero.
E se não for pedir muito, quero dormir.
Para que novos sonhos surjam.
-
449. Ao pó tornarás23.04.2025 | 1 minutos de leitura
-
429. Meu infinito particular30.10.2024 | 1 minutos de leitura
-
387. Sou uma gota d'água17.04.2024 | 1 minutos de leitura
-
298. Só hoje28.06.2023 | 1 minutos de leitura
-
297. Singular-idade21.06.2023 | 1 minutos de leitura
-
271. Choro sem rumo, sem norte, sem vela22.11.2022 | 1 minutos de leitura
-
266. 23 h18.10.2022 | 1 minutos de leitura
-
264. 16 h06.10.2022 | 1 minutos de leitura
-
244. Colorido12.05.2022 | 1 minutos de leitura
-
239. Destino06.04.2022 | 1 minutos de leitura
Ecos30.04.2026 | 1 minutos de leitura
Restos29.04.2026 | 1 minutos de leitura
O homem do sótão22.04.2026 | 1 minutos de leitura
Redenção20.04.2026 | 2 minutos de leitura
Poesia16.04.2026 | 1 minutos de leitura
Um dia de paz15.04.2026 | 1 minutos de leitura
Recomeços01.04.2026 | 1 minutos de leitura
Velha fazenda25.03.2026 | 1 minutos de leitura
inscrição16.03.2026 | 1 minutos de leitura
Juízo final13.03.2026 | 1 minutos de leitura

