440. Insólito
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19.12.2024 | 1 minutos de leitura
Poesia

Sob tiras de um céu carregado,
transitou barreiras na escarpa.
Levava o lenço encharcado de
perfume,
servindo-se dele invasor profano,
desejoso de abrir acesso à fonte.
À inércia de seus mestres,
de livros escritos, sem dizer,
cavalgou vertentes desconhecidas,
pondo-se à mesa do Natal.
À procura do invisível,
recordou seres e futuros seres,
retirou de andares dispersos
o novo e belo concebido.
Plantou Jesus no seu cata-vento.
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