300. Viu-se alguém
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12.07.2023 | 1 minutos de leitura

Poesia

Colocaram-No num sacrário dourado
Dentro de uma âmbula de ouro
Ornada de capa de seda com formosas rendas
Fizeram genuflexão e saíram num respeitoso silêncio...
Lá na calçada, enrolado num parco cobertor, viu-se alguém
Luzes ofuscavam-se pela neblina densa
O vento cortante cantarolava sua frieza feroz...
Carros passavam velozes
Sons confusos de motor e faróis esparsos
Passos apressados cruzaram seu caminho quase num tropeço ...
Por um instante, a calçada pareceu uma estrebaria
E a lua tímida no meio do nevoeiro de prédios, pálida e tímida, roubava o brilho da estrela guia...
E uma voz grita em silêncio suave lamento:
quem ousará tocar os corpos frios e as almas feridas?
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