54. Metafísicas antropofágicas
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22.01.2018 | 1 minutos de leitura

Poesia

Fora do corpo não há salvação:
decifra-me ou devoro-te!
A minha carne é verdadeira comida
e no fim,
seremos consubstanciados
como nos sonhos do ameríndio guerreiro.
Devora a minha carne que é sua.
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