186. Sinos de Belém
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21.12.2020 | 1 minutos de leitura
Poesia

Menininho de Belém,
Entre palhas e trapinhos,
Tu nos chamas à escuta,
Do barulho dos sininhos.
Bate o sino do doente,
Que carrega grande dor.
Bate o sino do migrante,
Que caminha sempre errante.
Bate o sino da favela,
Onde o pobre se amontoa.
Bate o sino do ricaço,
Que se esbalda, vive à toa.
Bate o sino dos pecadores,
Condenados sem perdão.
Bate o sino dos presidiários,
Esquecidos na prisão.
Bate os sinos das mulheres,
Violentadas por seus maridos.
Bate o sino das crianças,
Que já não têm esperança.
Se esse sino bate e soa,
Vem chamando à conversão.
Não ressoe inutilmente
Toque o nosso coração.
Que ele toque forte e alto
Pra ninguém ignorar
O chamado do Menino
Que entre nós veio morar.
Entre palhas e trapinhos,
Tu nos chamas à escuta,
Do barulho dos sininhos.
Bate o sino do doente,
Que carrega grande dor.
Bate o sino do migrante,
Que caminha sempre errante.
Bate o sino da favela,
Onde o pobre se amontoa.
Bate o sino do ricaço,
Que se esbalda, vive à toa.
Bate o sino dos pecadores,
Condenados sem perdão.
Bate o sino dos presidiários,
Esquecidos na prisão.
Bate os sinos das mulheres,
Violentadas por seus maridos.
Bate o sino das crianças,
Que já não têm esperança.
Se esse sino bate e soa,
Vem chamando à conversão.
Não ressoe inutilmente
Toque o nosso coração.
Que ele toque forte e alto
Pra ninguém ignorar
O chamado do Menino
Que entre nós veio morar.
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