274. Falta de assunto
Ler do Início
30.12.2020 | 1 minutos de leitura
Para Rezar

Dizem, Menino Deus, que a linguagem é o que temos de mais humano.
Logo, logo, você também vai aprender a falar
E vai nos dizer palavras de profecia e ânimo,
Vai nos corrigir e nos repreender.
Mas, diante da simplicidade do presépio,
Resta apenas o silêncio.
Você, recém-nascido, ainda não sabe falar.
Sua mãe medita e guarda tudo em seu coração.
Seu pai está tão encantado que lhe faltam palavras.
Chegam os pastores e são de poucas palavras também;
Preferem contemplar a família reunida.
Os magos vêm com seus presentes.
Guardam no coração as palavras que lhes foram reveladas em sonhos.
Em redor bois, ovelhas e jumentos, todos silenciosos também,
Como se os sons estivessem proibidos,
de forma a abrir os ouvidos para outros mensageiros.
Na espreita, silenciosa, eu admiro a cena.
Apenas olho o presépio.
Não tenho palavras nem desejo tê-las.
Sobrou uma surpreendente falta de assunto,
Uma espécie de cansaço de muito falar,
Cansaço de vozes.
E um desejo inusitado de viver sem ruídos.
Nada, nem uma palavra.
Só o silêncio diante da manjedoura,
o silêncio dos burros, das ovelhas e dos bois,
e não o cocorocó estridente dos galos
ou a tagarelice supérflua dos humanos.
Ensina-me, Menino Deus, a contemplar.
Amém.
Logo, logo, você também vai aprender a falar
E vai nos dizer palavras de profecia e ânimo,
Vai nos corrigir e nos repreender.
Mas, diante da simplicidade do presépio,
Resta apenas o silêncio.
Você, recém-nascido, ainda não sabe falar.
Sua mãe medita e guarda tudo em seu coração.
Seu pai está tão encantado que lhe faltam palavras.
Chegam os pastores e são de poucas palavras também;
Preferem contemplar a família reunida.
Os magos vêm com seus presentes.
Guardam no coração as palavras que lhes foram reveladas em sonhos.
Em redor bois, ovelhas e jumentos, todos silenciosos também,
Como se os sons estivessem proibidos,
de forma a abrir os ouvidos para outros mensageiros.
Na espreita, silenciosa, eu admiro a cena.
Apenas olho o presépio.
Não tenho palavras nem desejo tê-las.
Sobrou uma surpreendente falta de assunto,
Uma espécie de cansaço de muito falar,
Cansaço de vozes.
E um desejo inusitado de viver sem ruídos.
Nada, nem uma palavra.
Só o silêncio diante da manjedoura,
o silêncio dos burros, das ovelhas e dos bois,
e não o cocorocó estridente dos galos
ou a tagarelice supérflua dos humanos.
Ensina-me, Menino Deus, a contemplar.
Amém.
-
Não tenhas familiaridade com o ignorante, para não seres desprezados pelos magistrados (Eclo 8,5).21.07.2026 | 1 minutos de leitura
-
O ouro prejudicou a muitos e a prata subverte até o coração dos reis (Eclo 8,3).14.07.2026 | 1 minutos de leitura
-
“Em todas as tuas obras lembra-te do teu fim e jamais perecerás” (Eclo 7,40)07.07.2026 | 1 minutos de leitura
-
Não hesites em visitar os doentes: assim hás de ser confirmado na estima de todos (Eclo 7,39).30.06.2026 | 1 minutos de leitura
-
Um dia depois do outro26.06.2026 | 1 minutos de leitura
-
Quando a mentira veste roupa de verdade25.06.2026 | 7 minutos de leitura
-
“Não deixes de consolar os que choram; aflige-te com os que estão aflitos” (Eclo 7,38)23.06.2026 | 1 minutos de leitura
-
Quando o desalento chegar19.06.2026 | 1 minutos de leitura
-
CATEQUESE PERMANENTE - EVANGELIZAÇÃO FUNDAMENTAL 217.06.2026 | 1 minutos de leitura
-
Tua generosidade atinja todos os viventes,mesmo aos mortos não recuses tua piedade (Eclo 7,37).16.06.2026 | 1 minutos de leitura
Verdes veredas17.07.2026 | 1 minutos de leitura
Dádiva do recomeço03.07.2026 | 1 minutos de leitura
Um dia depois do outro26.06.2026 | 1 minutos de leitura
Quando o desalento chegar19.06.2026 | 1 minutos de leitura
Deus vem ao nosso encontro12.06.2026 | 1 minutos de leitura
Deus da ternura05.06.2026 | 1 minutos de leitura
Em mar bravio27.05.2026 | 1 minutos de leitura
Despir-se da dor20.05.2026 | 1 minutos de leitura
Ouvidos atentos08.05.2026 | 1 minutos de leitura
Vida no morro01.05.2026 | 1 minutos de leitura

