O FASCISMO É FÁCIL CERZIR, DIFÍCIL ESGARÇAR
Ler do Início
23.10.2026 | 1 minutos de leitura

Poesia

O bordado fascistase imiscui em tecido porosoavança a cada valsa da insuspeita agulha(muitos vão no vai da valsa)e aos bocados o urdido(sub-reptício)se pressupõe ungido.Alguns, a princípio, alertam tramas e urdidurasalguns sutis, outros aos berros:o que se pensa belo manto, mortalha!Mas o véu criado cortina a córneaturva certo córtexembaça a memóriae o torpe, pavoroso pano doutrora esvoaça(assassínios, carestia, sevíciasmil e uma iniquidades)e com um enorme novelo de desfaçatez(grassa a mentira)desse pano se faz bandeira.***O fascismo é fácil cerzirdifícil esgarçar.Oxalá uma novel bordadurase estabeleçatenaz e graciosa(costurada com arte)qual sugere a tez da esperança.Oxalá, poiso fascismo é fácil cerzir, difícil esgarçar.
Alvo mirim14.10.2026 | 1 minutos de leitura
Frei Betto: Carta aos indecisos28.09.2026 | 2 minutos de leitura
Ficar de mal23.09.2026 | 1 minutos de leitura
Na noite09.09.2026 | 1 minutos de leitura
Mutação02.09.2026 | 1 minutos de leitura
Melodia26.08.2026 | 1 minutos de leitura
Casinha onde nasci19.08.2026 | 1 minutos de leitura
Não soltes minha mão11.08.2026 | 1 minutos de leitura
Relógio gigante01.07.2026 | 1 minutos de leitura
Composição24.06.2026 | 1 minutos de leitura

