Versículos BíblicosEvangelho Dominical
 
 
 
 
“Tu me deste teu escudo salvador, tua mão direita é meu apoio”

(Sl 18,36)

Aquele que tem fé enfrenta as injustiças e ameaças da vida na certeza de que não está só. Deus, que é seu escudo protetor, está sempre com ele apoiando-o com sua mão forte. Isso não significa que o crente tem uma proteção divina especial que o preserva de todo mal. Em tempos de coronavírus, há aqueles que em nome da fé se arriscam a sair sem máscaras, não têm os cuidados recomendados com a higiene e muito menos aceitam fazer o isolamento social. Se acham invencíveis e agem como imprudentes e loucos, como se a fé lhes guardasse da contaminação e dos riscos da doença. Mera insensatez e pura loucura. Crentes e não crentes adoecem e morrem. O escudo salvador de Deus não nos tira do mundo nem nos faz invencíveis. Ele apenas nos coloca no horizonte da confiança e nos capacita para agir com sabedoria e discernimento.
No princípio era a palavra, e a Palavra estava junto de Deus, e a Palavra era Deus.

(Jo 1,1)

Deus escolheu ser palavra, porque ela constrói pontes, reforça laços de amizade, suspende divergências. O Deus Trino não poderia ser silêncio indiferente, nem gritaria estúpida. Palavra criadora, ele se manifesta entre nós, restaurando nossas forças e curando nossas mazelas para o diálogo fecundo com o diferente.
“Não terás outros deuses além de mim”

(Ex 20,3)

Uma tentação que sempre perseguiu o povo da Bíblia é a de trocar o Deus da vida por ídolos, que prometem vida fácil, prosperidade, cura, ausência de sofrimentos e angústias. Daí o mandamento categórico da Escritura: “Não terás outros deuses além de mim”. Infelizmente, esse versículo foi interpretado equivocadamente, justificando a perseguição a religiões afrobrasileiras e a outras denominações, como se o Deus de Jesus Cristo fosse um déspota que se impõe pela força, nega a diversidade e obriga a um culto hegemônico. Ao contrário, ter outros deuses significa absolutizar outros valores que não a vida, cujo princípio vem Deus; significa deixar de lado o único valor que realmente importa: a vida humana e de todo ser vivo do planeta.
Não temais, pequeno rebanho, porque foi do agrado de vosso Pai dar-vos o Reino

(Lc 12,32)

A pequenez dá medo, sobretudo porque fomos educados a achar que somente a grandeza é bela, que apenas a imponência é respeitável, que só a estabilidade e a perenidade são desejáveis. Vã ilusão… Primeiro porque, desde o chão de nossa humanidade, nunca seremos assim tão inteiros, tão estáveis, tão imortais, tão eternos.
A fragilidade nos constitui, a pequenez nos emoldura a vida, a provisoriedade e a finitude são a forma de nossa existência. E mesmo as rachaduras do coração, marcas de sua história, são parte inerente de seu ser. E, segundo, porque foi a essa nossa pequenez que o Pai decidiu oferecer o Reino.
Não por nossas grandiloquências, mas por bondade dele mesmo. Já é uma esperança para os pés cansados dos caminhos e os olhos já desgastados pelo cansaço da finitude A pequenez dá medo, sobretudo porque fomos educados a achar que somente a grandeza é bela, que apenas a imponência é respeitável, que só a estabilidade e a perenidade são desejáveis. Vã ilusão… Primeiro porque, desde o chão de nossa humanidade, nunca seremos assim tão inteiros, tão estáveis, tão imortais, tão eternos.
A fragilidade nos constitui, a pequenez nos emoldura a vida, a provisoriedade e a finitude são a forma de nossa existência. E mesmo as rachaduras do coração, marcas de sua história, são parte inerente de seu ser. E, segundo, porque foi a essa nossa pequenez que o Pai decidiu oferecer o Reino.
Não por nossas grandiloquências, mas por bondade dele mesmo. Já é uma esperança para os pés cansados dos caminhos e os olhos já desgastados pelo cansaço da finitude…

A pequenez dá medo, sobretudo porque fomos educados a achar que somente a grandeza é bela, que apenas a imponência é respeitável, que só a estabilidade e a perenidade são desejáveis. Vã ilusão… Primeiro porque, desde o chão de nossa humanidade, nunca seremos assim tão inteiros, tão estáveis, tão imortais, tão eternos.
A fragilidade nos constitui, a pequenez nos emoldura a vida, a provisoriedade e a finitude são a forma de nossa existência. E mesmo as rachaduras do coração, marcas de sua história, são parte inerente de seu ser. E, segundo, porque foi a essa nossa pequenez que o Pai decidiu oferecer o Reino.
Não por nossas grandiloquências, mas por bondade dele mesmo. Já é uma esperança para os pés cansados dos caminhos e os olhos já desgastados pelo cansaço da finitude…